couveA A propósito do Natal, não podia deixar de “analisar” um alimento típico desta época: a couve.

A Couve é o nome vulgar, genérico, das diversas variedades da espécie Brassica oleracea L., pertencentes à família das Crucíferas.

Em Portugal, as couves cultivam-se por todo o país, pois não são exigentes em termos de solos, no entanto, produzem melhor em solos de pH neutro e em climas amenos e temperados.

Às tradicionais couves lombarda, penca, portuguesa, roxa, flor, tronchuda, repolho, brócolos e nabo (cabeça e grelo), juntaram-se recentemente a couve chinesa, de Bruxelas e Spitzkool que, embora com pouca procura, se vão impondo ao paladar português.

A importância desta família de hortaliças reside no seu conteúdo em compostos de enxofre, considerados como potentes antioxidantes que ajudam a prevenir doenças.

São muito nutritivas pela sua riqueza em vitaminas e sais minerais, como cálcio e magnésio. O seu alto teor em água faz com que sejam alimentos com baixo valor calórico. Também entram na sua constituição os hidratos de carbono e as fibras, seguidos de uma menor proporção em proteínas e gorduras.

 

Como comprar e conservar

 

Ao comprar deve verificar as folhas que devem ter uma cor definida, serem frescas e firmes. As folhas amarelas ou murchas, indicam que a verdura está velha e não deve ser consumida.

Apesar de o ideal ser consumi-la até três dias após a compra, a couve pode durar cerca de uma semana no frigorífico. Para isso não arranque os talos, mantendo as folhas inteiras e guarde-a dentro de um saco de plástico na gaveta do frigorífico.

A couve pode ser congelada, devendo ser picada muito fina e colocada num saco de plástico do qual se deve retirar a maior quantidade possível de ar.

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